Vamos falar um pouco desta, que é a raça brasileira mais conhecida e a primeira reconhecida internacionalmente. Afetuoso com os donos, e extremamente desconfiado com estranhos, além de ser um cão muito corajoso. Muito utilizado atualmente para a guarda de propriedades, principalmente fazendas: o poderoso Fila Brasileiro.
História da raça: Muito se fala sobre as raças que deram origem ao Fila
Brasileiro, porém, estudos comprovam que a intervenção do homem no
aperfeiçoamento da raça dividiu igual importância com as árduas
condições encontradas pelos primeiros Filas Brasileiros em nossa
história. Eles eram obrigados a desempenhar as mais variadas funções
junto aos colonizadores, como guarda, caça, proteção contra animais
selvagens, pastoreio e companhia... "Fiel como um Fila" é um provérbio
que representa bem a melhor característica da raça. A teoria mais aceita
atualmente é a que reconhece que, durante o período de colonização
portuguesa, muitos cães foram trazidos dos Açores pelos colonos. Estes
cães pertenciam à raça Fila de Terceira ou Fila Terceirense. Os
primeiros cães foram cruzados com outras raças como o Bloodhound, o
Mastiff e o Antigo Bulldog, também chamado Doggen Engelsen. A primeira
aparição da raça em exposições ocorreu no ano de seu reconhecimento em
1946. Hoje, o reconhecimento da criação nacional vem através dos títulos
obtidos em competições por todo o mundo.
Características Gerais: Grande guardião, o Fila é muito desconfiado
com estranhos e totalmente devoto a seu dono. Primeira raça brasileira a
ser reconhecida internacionalmente pela FCI (Federação Cinológica
Internacional), o Fila Brasileiro é um personagem da história do Brasil
desde os tempos do descobrimento, quando ajudou os colonizadores na
conquista de nosso território. Hoje esta raça retorna ao seu posto de
orgulho da criação nacional ao ganhar campeonatos mundiais representando
o Brasil. O Fila Brasileiro teve seu apogeu nas décadas de 1970 e 1980,
quando era a raça nacional com maior número de registros. Nesta mesma
época começaram a ocorrer as primeiras mudanças em seu padrão oficial
(1984). A mais marcante foi a decisão dos criadores da época de abrandar
o temperamento agressivo que, de certa forma, era exaltado no padrão
anterior. As características e temperamento do Fila Brasileiro são muito
interessantes, sua flexibilidade é semelhante à maneira que os gatos têm
de ser contorcer. Alem disso, eles conseguem dar verdadeiros pulos e
correr com muita agilidade o que facilita na rápida mudança de direção e
conseguem facilmente alcançar a cauda com o focinho. E também são
ótimos nadadores. O Fila Brasileiro também é conhecido pela
fidelidade e devoção extremas ao dono, características comportamentais
mais desejadas como um cão de guarda. Esta raça precisa de exercícios
diários e bastante espaço em casa. Com uma pelagem curta, dispensa
maiores cuidados.
Tamanho: Sua altura varia entre 61 e 76cm e seu peso entre 43 e 60Kg. Devem ter uma boa proporção entre altura e peso.
Cuidados Veterinários: Os filhotes devem ser vacinados aos 45
dias, devendo receber 3 doses de vacina Polivalente para proteção das
principais viroses. Entre os quatro e os seis meses deve receber uma
dose de vacina Antirrábica, além do controle da verminose (começando aos 15 dias).
Deve ingerir ração específica para raças de grande porte e de
preferência qualidade Super Premium já que esse tipo de ração oferece
um melhor equilíbrio entre ácidos graxos como Omega 3 e Omega 6 que
favorecem o desenvolvimento de uma pelagem bonita e brilhante. Ração de
Filhote até 1 ano e 4 meses, após essa idade pode-se fornecer ração de
adulto.
Deve tomar banho a cada 30 dias, recebendo escovação semanal no intervalo entre banhos.
Manter constante observação na dentição do animal quanto ao desenvolvimento de cálculos dentários (tártaro).
As doenças que mais comumente afetam esta raça estão ligadas a seu porte. São elas:
Displasia coxo-femural: Alteração física de caráter hereditário na
articulação entre o fêmur e o acetábulo do cão, que causa problemas de
locomoção, dor e incômodo ao animal.
Torção gástrica: Caracteriza-se pela torção do estômago, causando
compressão da circulação na região abdominal. Pode levar à morte, se o
cão não for operado o mais rápido possível.
Fonte: Amadeu Wolff
Os Paparazzi
Mais em: Canil do Sertão
Sociedade Paulista do Fila Brasileiro
Projeto Protetores das Estradas
Postado por Unknown
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O Projeto Protetores das Estradas é uma "ramificação" do Projeto Atropelados (fundado pelo aluno de Medicina Veterinária Rafael Ferraz), conta com a coordenação das alunas: do curso de Ciências Biológicas da UFTM: Kamila Maricone e pela aluna do curso de Medicina Veterinária da Uniube: Natália Leandro Pinheiro o projeto conta com o apoio de mais outros 17 alunos voluntários do curso de Medicina Veterinária da UNIUBE. Abaixo, a coordenadora Natália explica alguns detalhes do projeto.
"O Projeto têm por objetivo transmitir às crianças do Ensino Fundamental (1º á 5º série) informações sobre as diversas espécies que são atropeladas todos os dias nas estradas do nosso Brasil e o quanto isso afeta em nossa fauna, ensinamos a importância e o significado das placas de sinalização que indicam trechos com animais atravessando a pista, falamos dos procedimentos que devem ser tomados ao atropelar um animal, e os telefones para entrar em contato com a Polícia Rodoviária Federal: 191 e Polícia do Meio Ambiente e Trânsito: 198, que são de fundamental importância, pois são eles que fazem o recolhimento dos animais atropelados e os encaminham para o HVU para tratamento ou apenas os retiram(no caso dos animais que não resistem) do meio das estradas para evitar novos acidentes. Enfim, tentamos conscientizar as crianças de forma divertida utilizando: teatro, apresentação de slides, quiz de perguntas e respostas com relação ao que ensinamos, para assim estas alertarem seus pais e usarem tais ensinamentos em seu futuro, quando estes serão os próximos motoristas.
Por enquanto fomos em apenas uma instituição de ensino: Escola Estadual Santa Teresinha, trabalhamos com crianças da 4º série do ensino fundamental, eles foram muito receptivos, excelentes crianças, foram participativas e demonstraram bastante interesse pelo projeto, hoje foi o dia de encerramento, e no quiz feito se saíram muito bem nas respostas, o que nos deixa muito contentes pois nos mostra que realmente entenderam a proposta do nosso projeto e que aprenderam muito com o mesmo. Esperamos que o projeto cresça cada vez mais, e que muitas outras escolas tenham a oportunidade de receber nosso projeto e ajudar na conscientização ambiental que estamos promovendo."
Para ajudar o projeto Protetores das Estradas, entre em contato pelo endereço: uniubemedvet@gmail.com.
Visita Técnica: Fazenda Escola da UNIUBE - Turma XXVIII de Med. Veterinária
Postado por Unknown
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No último dia 09 de março, a turma 2 da XXVIII turma de medicina veterinária realizou visita técnica na Fazenda Escola da UNIUBE.
A visita foi realizada como parte obrigatória da matéria Bovinocultura de Leite, ministrada pelo M. V. Marcos Brandão Dias Ferreira, doutor em Reprodução Animal e pesquisador da EPAMIG.
Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer o que há de mais atual no setor de bovinocultura leiteira, conhecendo os melhores exemplares de diversas raças.
Segue abaixo, algumas fotos da visita.
Equipamento fotográfico gentilmente cedido pela aluna Isabela Tavares
Calcário calcítico na avicultura
Postado por Diele Araujo
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O calcário calcítico é utilizado largamente na avicultura por sua influência na qualidade e resistência da casca dos ovos, sendo uma opção segura e de baixo custo, como fonte de cálcio na dieta das aves e até mesmo de outras espécies animais de produção.
A casca do ovo atua como uma proteção do embrião e deve ser suficientemente resistente para resistir os impactos da postura, coleta, classificação,transporte até alcançar o consumidor e ainda como proteção à saúde alimentar, pois ovos com cascas de baixa qualidade representam um potencial risco de infecção bacteriana.
O cálcio é essencial principalmente na formação e manutenção óssea, contudo quando as aves estão em postura, uma parte considerável do cálcio da dieta é revertido para a formação da casca dos ovos. Tendo assim na dieta desta grande importância tanto que confere em torno de 4% da dieta visto que na avicultura de corte apenas de 1,18-1,28%. Essa grande requisição se deve ao fato de a casca do ovo ter por volta de 2,3g de cálcio por unidade.
Pesquisas observaram que o aumento no consumo de cálcio na dieta resultou em ovos com cascas mais resistentes, contudo o excesso possui um efeito adverso sobre o consumo de ração e produção de ovos por conta de tornar a dieta menos palatável. Esse excesso também pode interferir na disponibilidade de outros minerais como o fósforo, manganês e zinco.
Existem diversas formas disponíveis de calcário calcítico sendo de grande importância que seja levado em conta à granulometria do calcário, pois influência a qualidade externa do ovo, por partículas maiores permitirem a liberação e a absorção do cálcio de forma progressivamente assim disponibilizando-o durante todo o processo de formação da casca sem necessitar de deposição óssea e depois retirada, levando a economia de energia. As recomendações são variadas, porém uma recomendação prática é de usar 50% de calcário com 2 a 3 mm de DGM e o restante com aproximadamente 0,50 a 0,70mm de DGM, na sua forma em pó.
Bibliografia:
Junqueira, Otto Mack. O cálcio e a ave de postura: A hora do ovo. Disponível em:www.ahoradoovo.com.br.
Sá,Luciano Moraes;Gomes,Paulo Cezar;Rostagno,Horacio Santiago et all.Exigência nutricional de cálcio para frangos de cortes, nas fases de crescimento e terminação. Revista brasileira de zootecnia,vol33,n2,Viçossa,Mar/Apr 2004.
Murata,Luci Sayori;Ariki,Joji;Santana,Angela Patricia et all. Níveis de cálcio e granulometria do calcário sobre o desempenho e a qualidade da casca de ovos de poedeiras comerciais.Biotemas,22:103-110,Março 2009.
Vai uma salada aí?
Postado por Denis Oliveira
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E ai galera, voltei após um período de "férias" rs.
Então agora vamos falar porque os cães comem grama. Será que gostam de salada? Ou são vegetarianos? Bem, talvez não por isso...
Acho que muitos de vocês já viram que os cães têm o hábito de comer grama, e isso não acontece porque ele tem fome. O motivo que levam os cães a essa prática é a dor ou incômodo no estômago, até mesmo enjôo causado por algum alimento ingerido, ou pela falta de ingestão de alimento por longos períodos.
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Então agora vamos falar porque os cães comem grama. Será que gostam de salada? Ou são vegetarianos? Bem, talvez não por isso...
Acho que muitos de vocês já viram que os cães têm o hábito de comer grama, e isso não acontece porque ele tem fome. O motivo que levam os cães a essa prática é a dor ou incômodo no estômago, até mesmo enjôo causado por algum alimento ingerido, ou pela falta de ingestão de alimento por longos períodos.
A grama que o animal come age como um sonrisal anti-ácido irritando o estômago, e leva ao vômito (acabando com o incômodo gástrico).
É também rica em fibra e clorofila. A fibra faz bem a dieta
do animal reduzindo o risco de câncer de intestino. Já a clorofila,
inibe o crescimento de bactérias em possíveis feridas, combate infecções
de gengiva, de garganta e de úlceras gástricas e inflamações
intestinais. A clorofila também é responsável pela renovação de tecidos,
promove uma flora intestinal saudável e ativa enzimas que produzem
vitaminas A, E e K.
Apesar de todos esses benefícios, o
dono, deve ter muito cuidado com o tipo de grama que o cão está comendo.
A grama do jardim, quintal e principalmente da calçada pode estar
contaminada. Assim, a ingestão dessas podem ser tóxicas além de trazer parasitas ao animal. Podem também serem tóxicas. Por isso é bom ficar de olho se você tem alguma planta tóxica, é bom retirá-la do alcance do seu cão, principalmente se for filhote.
Adaptado de: Revista Veterinária
Seguem os links com algumas plantas tóxicas, inclusive com fotos das mesmas, e alimentos e medicamentos proibidos para cães.
Revista ABCZ - 72ª Edição Jan/Fev 2013
Postado por Unknown
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Já está disponível a 72ª Edição On-line e para Download da Revista ABCZ - Janeiro / Fevereiro.
Visita técnica: Fazenda Escola da FAZU -XXIX turma de Medicina Veterinária
Postado por Unknown
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No último dia 2 de março, a turma 1 da XXVIII turma de medicina veterinária realizou visita técnica na Fazenda Escola da UNIUBE.
A visita foI realizada como parte obrigatória da matéria Bovinocultura de Corte, ministrada pelo M. V. Marcos Brandão Dias Ferreira, doutor em Reprodução Animal e pesquisador da EPAMIG.
Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer o que há de mais atual no setor de bovinocultura corte, conhecendo 73 tourinhos gir leiteiro pré-selecionados pela Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL) e EMBRAPA para participar do Teste de Progênie da raça.
Segue abaixo, algumas fotos da visita, gentilmente cedidas pelo aluno e fotógrafo Breno Oliveira.
Visita Técnica: Fazenda Escola da UNIUBE - XXVIII Turma de Med. Veterinária da UNIUBE
Postado por Unknown
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No último dia 23 de fevereiro, a turma 1 da XXVIII turma de medicina veterinária realizou visita técnica na Fazenda Escola da UNIUBE.
A visita foi realizada como parte obrigatória da matéria Bovinocultura de Leite, ministrada pelo M. V. Marcos Brandão Dias Ferreira, doutor em Reprodução Animal e pesquisador da EPAMIG.
Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer o que há de mais atual no setor de bovinocultura leiteira, conhecendo os melhores exemplares de diversas raças.
Segue abaixo, algumas fotos da visita.
Quantas Espécies de Aves Você Conhece?
Postado por Rafa Ferraz
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Por Rafa Ferraz
Nesta última semana estava
produzindo uma matéria intitulada:
‘AVIFAUNA DE UBERABA: UM TESOURO ESCONDIDO ATRÁS DAS SETE COLINAS’. O texto
aborda o fato da cidade já figurar entre o top 100 com maior número de espécies
de aves registradas em todo o país. Com 243 espécies fotografadas e registradas
no mais importante site do gênero (www.wikiaves.com), a terra do zebu ocupa a
98ª posição do ranking. Fantástico, não? Informações a parte, chego a uma
pergunta que assusta muitos clínicos de silvestres/exóticos: VOCÊ CONHECE TODAS
AS ESPÉCIES COM QUE TRABALHA?
Imagine a cena: entra em seu
consultório um cliente com uma ave exótica que não lhe é familiar e o primeiro
passo que toma antes de iniciar a consulta é perguntar ao próprio cliente qual
espécie é! Desconcertante, não é? Naquele momento já se vai por água abaixo
toda a confiança que seria necessária para convencer seu cliente sobre sua
capacidade. Estas cenas se repetem cada vez mais em vários consultórios pelo
Brasil, normalmente decorrente de dois fatores: falta da multidisciplinaridade
na grade curricular do curso de Medicina Veterinária na grande maioria das
Universidades e; falta de vontade dos próprios veterinários em aprender mais
sobre zoologia e outros campos que fogem do círculo clínico.
Neste momento você provavelmente
estará se perguntando: QUER DIZER QUE EU PRECISO SABER O NOME DE TODAS AS
ESPÉCIES DE AVES? A resposta, obviamente, é não! Mas o fato é que é fundamental
saber pelo menos o básico. Como diria um professor meu, ‘é preciso saber muito sobre um assunto e um pouquinho de cada um dos
outros’. E já que a grade curricular do curso se afasta cada vez mais da
área de Ciências Biológicas, a alternativa que resta é aprender por conta
própria! E agora segue a dica de como começar a aprender sobre este assunto. Já
aviso que deve ser usada com muito cuidado, pois pode ser VICIANTE: acorde cedo
no domingo de manhã, tome um belo de um café-da-manhã, arrume uma mochila com
materiais básicos e VÁ OBSERVAR AVES!!! Por mais óbvio que possa aparecer, o
jeito mais fácil de aprender sobre as aves é observando-as em seu campo
natural. E quando digo campo natural, me refiro a uma infinidade de opções:
parques municipais, jardins zoológicos, fazendas, etc. No começo poderá parecer
difícil, pois todas as aves lhe parecerão iguais. Mas como bons clínicos
veterinários que sei que são, irão atentar rapidamente para os pequenos
detalhes que diferenciam uma espécie da outra. Existem guias de campo com fotos
e desenhos que auxiliam e muito no início.
Para você que não tem
disponibilidade de sair para observar aves, o seu caso não está perdido!
Existem milhares de periódicos que tratam sobre o assunto, alguns abordando
aves exóticas inclusive. A internet também é uma ótima fonte de informação,
quando usada da forma correta. No site antes descrito (www.wikiaves.com) é
possível ter acesso a fotos e vocalizações de todas as espécies registradas em
nosso país. E É GRÁTIS!!! Lá também poderá ter acesso a várias informações sobre
as aves, como seus principais hábitos alimentares, períodos reprodutivos e
status de conservação; informações estas que podem ser cruciais durante um
atendimento clínico.
Para finalizar, deixo com vocês
um pequeno desafio. Abaixo encontrarão fotos de 15 espécies diferentes de aves
silvestres. Que tal testar seu conhecimento sobre elas já? Comente com o nome
das espécies e quantas destas vocês acham que é possível encontrar no Campus
Aeroporto da Uniube. A resposta do desafio será revelada na próxima semana! Boa
sorte e boas ‘passarinhadas’!
1- By Davi Leandro
2- By Davi Leandro
3- By Renato Rosa
4- By Renato Rosa
5- By Renato Rosa
6- By Renato Rosa
7- By Renato Rosa
8- By Renato Rosa
9- By Renato Rosa
10 - By Rafa Ferraz
11- By Rafa Ferraz
12- By Rafa Ferraz
13- By Rafa Ferraz
14- By Renato Rosa
15- By Renato Rosa
Entrevista com Prof.º Dr. André Belico de Vasconcelos
Postado por Unknown
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André Belico de Vasconcelos
Natural de Belo Horizonte. Graduado em Ciências Biológicas pela Faculdade Metodista Integrada Izabela Hendrix. Mestre em Medicina Veterinária na área de Clínica e Cirurgia pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Doutor em Ciência Animal na área de Reprodução Animal pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.
UniubeMedVet: Como foi escolher entre Ciências Biológicas e Medicina Veterinária? Você sempre quis fazer Medicina Veterinária?
André Belico de Vasconcelos: No início da minha formação, meu interesse era o melhoramento genético. Sempre tive uma vontade de estudar a genética, no contexto das interações genotípicas e seus resultados. Desta forma procurei o curso de Ciências Biológicas. No curso percebi que a parte mais aplicada à genética era os conceitos básicos, que de certa forma, me levaram a procurar outras linhas de estudo. Assim evolui para o entendimento de pesquisas e estudos, na área de reprodução em humanos, realizando estágios em clinicas de reprodução humana. Tive a oportunidade de começar a iniciação científica em 1997 no Instituto de Ciências Biológicas, no laboratório de Enzimologia, trabalhando com a biocalorimetria em células espermáticas. Com este tema, elaborei a minha monografia o que possibilitou desenvolver uma linha de trabalho que realizo atualmente.
Dentro deste contexto e com uma enorme vontade de estudar reprodução, procurei a Faculdade de Medicina Veterinária da UFMG, para realizar a minha pós-graduação. Na área da Medicina Humana, em me vi limitado ao conhecimento, uma vez que os cursos de pós-graduação, eram específicos a médicos, pelo contexto clinico agregado. Por conseguinte, na medicina veterinária vi a possibilidade de estudar fatores vinculados à reprodução, principalmente pelo contexto da casuística. O que proporcionou mais praticidade a minha linha de pesquisa. Esse interesse também foi causado por influência do meu irmão, uma vez sendo médico veterinário esclareceu minhas duvidas e promoveu meu interesse para a Faculdade de Medicina Veterinária da UFMG, em especifico ao departamento de clínica e cirurgia.
UniubeMedVet: Atualmente quais são suas linhas de pesquisa?
A. B. Vasconcelos: Hoje eu trabalho pesquisas relacionadas à Fisiologia e Bioquímica do Sêmen. Abordando aspectos fisiopatológicos da funcionalidade do espermatozoide. Com o intuito de estudar os mecanismos envolvidos na reprodução do macho e proporcionar conhecimento aplicado para o médico veterinário.
UniubeMedVet: Você também ministra aulas na universidade. Quais são as disciplinas que você ministra?
A. B. Vasconcelos: Hoje eu sou professor do Curso de Medicina Veterinária. Na graduação, as disciplinas são: Bioquímica animal Biofísica, e Fisiologia I. Também sou professor do curso de pós-graduação nível mestrado, ministrando as disciplinas de Bioética e Biossegurança e parte da disciplina de Biologia Molecular.
UniubeMedVet: Como professor de Pós-graduação e Mestrado, em seu ponto de vista, qual é a importância da formação continuada?
A. B. Vasconcelos: Acredito que hoje o mercado exige isto. Para o profissional da área o conhecimento é dinâmico e desta forma qualificar-se é importante. A formação continuada propicia ao profissional um diferencial no mercado, que de certa forma é o desejo do próprio mercado.
UniubeMedVet: Ao seu ver, só a formação superior não é suficiente para um sucesso profissional que seja considerável?
A. B. Vasconcelos: Percebo que além da formação na graduação, o estudante tem que se profissionalizar e desta forma encontramos os cursos de pós-graduação, tanto lacto sensu quanto stritu sensu. Lógico que a escolha do tipo de pós-graduação depende da necessidade que o profissional ou que o mercado precisa. Assim um curso de especialização pode ter um valor agregado maior do que um curso de mestrado. Hoje, ao conversarmos com empresas e com pessoas envolvidas na área, muitas vezes nos deparamos com instituições necessitando de profissionais, com um nível um pouco mais avançado que a graduação, mas que também não seja um Doutorado. Desta forma uma especialização ou um mestrado acadêmico e ou profissional, possa propiciar o profissional em questão.
UniubeMedVet: Além da docência você possui algum outro trabalho?
A. B. Vasconcelos: Não. Desde que eu me conheço como indivíduo, sempre quis trabalhar na aérea da educação. Hoje não tenho nenhuma pretensão de ter uma empresa, de trabalhar para uma empresa. Hoje quero realmente envolver-me com a Universidade na formação de profissionais e não somente para a veterinária. Estou aqui como um orientador para qualquer aluno que vier me procurar para dar uma diretriz ou um acompanhamento para vida profissional desse indivíduo.
UniubeMedVet: Na medicina veterinária foi onde aconteceu sua realização profissional?
A. B. Vasconcelos: Na questão do desenvolvimento na área da docência, a Medicina Veterinária me surpreendeu, no contexto da possibilidade de abertura de portas. Hoje, vejo que tenho que continuar estudando, pois a cada dia tenho alunos mais interessados. Como não é a minha formação, cada vez mais estudar ê uma necessidade. Como realização profissional, acho que eu vou ter que esperar alguns anos para chegar ao um consenso sobre isso. Eu vislumbro pesquisa. E acredito que a educação vai se desenvolver a partir da pesquisa. Por isso, quero formar pesquisadores e pessoas que tenham capacidade de raciocínio. Agregando assim valores a educação. Desta forma, acredito que vou me realizar parcialmente, quando eu tiver um orientado e perceber que esse orientado voltou a Universidade e dentro da instituição está conseguindo formar indivíduos, que tenham um senso crítico para formar novos pensadores.
UniubeMedVet: A produção de conhecimento através da pesquisa é um diferencial da UNIUBE?
A. B. Vasconcelos: Eu vejo a Universidade de Uberaba diferenciada. Hoje nós temos uma política muito voltada a essa área de pesquisa, pelo contexto que nós estamos aplicando. A pesquisa gera conhecimento, o conhecimento é passado para os novos alunos, a dúvida é gerada novamente, e termina gerando novas pesquisas. É uma questão cíclica e a Universidade de Uberaba tem essa visão. Hoje temos um envolvimento muito maior, tanto da PROES (Pró-Reitoria de Ensino Superior), quanto da PROPEPE (Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão), neste contexto de desenvolvimento de conhecimento.
UniubeMedVet: Em seu ponto de vista, qual é o diferencial atrativo para o ingressante na UNIUBE?
A. B. Vasconcelos: É a possibilidade de encontrar uma Universidade Atual, fortalecida e com um corpo de trabalho dedicado.
UniubeMedVet: Uma dessas fontes é o Hospital Veterinário de Uberaba?
A. B. Vasconcelos: Sim. Para a Medicina Veterinária, vejo o HVU como uma ferramenta interessante. Onde nós temos uma casuística muito grande. Temos profissionais capacitados para desenvolver isso. Vejo também como uma questão de aperfeiçoamento para os alunos. É neste ponto os alunos de medicina veterinária precisam ter o consenso de que no HVU, ele tem não somente uma possibilidade para estudar, mas também para aprender a trabalhar em equipe. Outra fonte, que deve ser vista com outros olhos é a Biblioteca. Ela não pode ser utilizada somente como um local de realização de trabalhos. Ela tem que ser usada como local de fornecimento de conhecimento.
UniubeMedVet: Para finalizar deixe seu recado para os alunos.
A. B. Vasconcelos: Para os alunos eu deixo a mensagem de que no início não é fácil, há a necessidade de se procurar e correr atrás. Eu levo sempre uma frase que meu avô me falava: "Quem quer faz, quem não quer manda".

















